O Ministério Público (MP) abriu um inquérito-crime contra o diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ), Carlos Cabreiro, por suspeitas de abuso de poder e falsas declarações em tribunal. A investigação surge após uma denúncia apresentada à PGR, relacionada com o caso do hacker Rui Pinto. Cabreiro é acusado de ter ordenado escutas proibidas e de ter mentido durante o julgamento. A denúncia foi feita pelo coordenador da própria PJ, que também revela que a mulher de Cabreiro foi uma das inspetoras do caso.
A PGR afirma que o inquérito é "muito simples" e que não há nada de especial no processo. O diretor da PJ foi suspeito de ter dado informações falsas em tribunal e de ter violado regras de escuta. O caso está ligado ao processo Football Leaks, que envolve investigações sobre corrupção no futebol. A investigação pode revelar se houve irregularidades na condução do caso e se houve violação de normas legais.
A situação levanta dúvidas sobre a transparência e a conduta de autoridades dentro da PJ. A PGR promete recolher dados e analisar as acusações. O caso pode ter implicações importantes para a instituição e para a confiança pública na polícia. A investigação está em andamento e pode resultar em medidas disciplinares ou penais.

















