Brasil registrou uma queda de 10 posições no ranking mundial de liberdade econômica em 2025, segundo dados divulgados por uma instituição de análise econômica. O país ocupou a 112ª posição, mantendo-se em uma posição considerada média, mas com uma trajetória de declínio contínuo desde 2024. Argentina, por outro lado, subiu 39 posições em dois anos, consolidando-se como uma das economias mais liberais da América Latina.

O Chile lidera entre os países latino-americanos no ranking, mantendo-se em uma posição de destaque. A análise aponta que fatores como a regulamentação do setor privado, a eficiência do sistema tributário e a liberdade de investimento influenciaram a posição do Brasil. A instituição destacou que a falta de estabilidade política e a complexidade da legislação tributária continuam a ser obstáculos para o crescimento econômico do país.

A comparação com a Argentina revela uma diferença significativa na abordagem de políticas econômicas. Enquanto o Brasil enfrenta desafios internos, a Argentina implementou reformas que geraram maior confiança no ambiente de negócios. O Brasil, no entanto, ainda busca equilibrar a necessidade de regulamentação com a proteção ao setor privado.