O governo dos Estados Unidos admitiu pela primeira vez possuir capacidades militares no espaço, segundo informações divulgadas por um secretário da Força Aérea americana. A confirmação ocorreu em meio à crescente disputa militar com a China e a Rússia, destacando a importância estratégica do controle espacial. Paralelamente, a China reforçou sua posição sobre a segurança espacial, com o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros afirmando que o país sempre defendeu o uso pacífico do espaço.
No Brasil, o governo federal anunciou investimentos em inteligência artificial, incluindo a aquisição de dois computadores de IA por R$ 2,1 bilhões. A iniciativa faz parte de uma estratégia para aproximar o poder público de grandes empresas e promover inovação tecnológica. A Nuvem Brasileira, uma iniciativa de cloud computing, também foi destacada como parte dessa nova abordagem.
Além disso, a China apresentou propostas para regular a inteligência artificial e mitigar seus riscos, ao mesmo tempo que busca manter a vantagem tecnológica sobre os EUA. O presidente norte-americano, Donald Trump, rejeitou a ideia de frear investimentos em IA, argumentando que a tecnologia trará mais benefícios do que problemas. A corrida tecnológica entre os dois países ganha contornos cada vez mais complexos.

























