Espanha ampliou a vantagem fiscal nos combustíveis em relação a Portugal desde o início da crise nos preços, mesmo após repor a taxa normal do IVA. A diferença fiscal persiste, com Espanha a perder menos receita do que Portugal para conter a escalada dos preços. A situação reflete uma desigualdade que se agravou ao longo dos anos, impactando o orçamento nacional e a capacidade de resposta a subidas súbitas de custos.
Paralelamente, Portugal registrou 66 novos casos de Mpox, tornando-se o terceiro país europeu mais afetado pela doença. Espanha lidera a lista com o maior número acumulado de casos, seguida por França. A situação eleva a preocupação com a propagação do vírus, exigindo medidas de contenção e vigilância sanitária. Apesar do aumento, o país ainda não registra números alarmantes, mas a vigilância permanece elevada.





















